segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Problemas de saúde mais comuns em recém nascidos


Otite
A otite é um agravamento de um quadro de virose. O catarro do resfriado que se acomoda em canais auditivos pode causar a inflamação do ouvido. Isso acontece porque as secreções constituem um ambiente perfeito para bactérias oportunistas, praticamente uma incubadora. Choro intenso, inapetência, perda da fome e irritabilidade são alguns dos sinais do problema. Em geral, há febre inferior a 39 °C, mas não necessariamente.

O que fazer?
É uma doença que costuma surgir três ou quatro dias depois de um resfriado. O diagnóstico deve ser feito pelo médico com um otoscópio – aparelho próprio para isso. O método de apertar o ouvidinho para ver se a criança chora não é confiável. Diante da confirmação da doença, além de seguir a prescrição do pediatra, os pais podem esquentar a região com um lenço aquecido e promover a higienização nasal, a inalação e a sucção do catarro com uma bombinha manual. Manter o pequeno hidratado também é importante.


Cólica
A imaturidade do sistema digestivo do bebê é responsável pelo mais famoso drama na vida de pais de recém-nascidos: as cólicas. Trata-se de uma manifestação orgânica. O intestino reage a proteínas estranhas, presentes no leite materno. Marcadores bioquímicos identificam essas substâncias. O resultado são desconfortos e dores abdominais, seguidos de choros repentinos e agudos.

O que fazer?
Não há muito o que fazer, além de esperar a maturação do tubo digestivo da criança. A partir do terceiro ou quarto mês, a criança passará a reconhecer as proteínas do leite materno e deixará de ter cólicas com frequência. Até lá, os pais podem usar bolsas de água quente, massagens e flexão de pernas para amenizar o incômodo, mas essas são medidas paliativas. O banho e a posição fetal também acalmam o bebê. Há médicos que prescrevem analgésicos e outros que toleram a popular funchicória (remédio fitoterápico), embora não a indiquem. Nesse caso, o que vale é a palavra de seu pediatra de confiança.


Sono intranquilo
Até os 3 meses de vida, é recomendável que a criança durma próxima à mãe por comodidade e segurança. Após esse período, no entanto, o bebê deve ir para o quarto dele e deixar aos poucos a mamada da madrugada. E é justamente nessa fase que começam os problemas relacionados ao sono. A criança chora muito e torna a noite dos pais um tormento. Muitas mães voltam a trabalhar nesse período, o que agrava ainda mais a situação.

O que fazer?
O sono intranquilo não costuma ser um problema de saúde, e sim de comportamento. Afinal, a criança está acostumada a acordar à noite para mamar. Por isso, é preciso calma para tirar o peito da madrugada. Faça isso aos poucos. Começar a criar novos hábitos, com horários mais rígidos, é outra medida importante. Além disso, resista à tentação de atender ao choro do bebê de imediato. Evite também fazer barulho, acender a luz e pegá-lo no colo: isso vai despertá-lo de vez! Deixe-o resmungar um pouco. É comum o pequeno acordar, chorar e voltar a dormir. Se ele não aprender a dormir nessa idade, poderá levar o hábito para o resto da infância.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Bruxismo na infância

 Bruxismo é o hábito de ranger ou apertar os dentes durante o sono e é muito comum em crianças que estão sofrendo algum tipo de problema emocional ou estresse. Estudos mostram que 30% dos pequenos entre 3 a 6 anos
 de idade apresentam o sintoma e usam o ranger dos dentes como uma válvula de escape.Segundo o Dr. Daniel S. Peel, especialista em periodontia e implantodontia, normalmente as causas do bruxismo são de caráter emocional e psicológico, relacionada ao alto nível de estresse, ou algum problema em que o paciente enfrentando. “Têm tendência a terem bruxismo crianças em fase de mudança, como mudança de escola, época de provas, competições escolares, divórcio dos pais, cobrança excessiva para se sair bem em alguma tarefa, hiperatividade e distúrbios neurológicos como autismo”.Essa sobrecarga de força de um dente no outro pode acarretar muitos problemas para a criança. “As consequências são uma má
 posição nos dentes, ou uma diferença de tempo na erupção dos dentes de leite, podendo causar uma desarmonia entre os arcos dentários. Para compensar essa falha, a criança tenta encontrar uma posição mais confortável, o que a faz ranger ou apertar os dentes”, explica o dentista. O especialista afirma ainda que o bruxismo pode causar, além de desgaste dos dentes, problemas na gengiva, na articulação da mandíbula (ATM), dores de cabeça e até dor de ouvido e dores na nuca. Fatores sistêmicos como rinite, alergias respiratórias e dormir de boca aberta podem contribuir e causar o bruxismo nas crianças.Uma das maiores dificuldades dos pais é perceber esse problema nos filhos. “Muitas vezes as crianças
 relatam que estão com dores de cabeça ou que os dentes estão doendo ou moles e o pais acham que os dentes de leite estão caindo para nascerem os permanentes, mesmo que não esteja ainda na época de os permanentes erupicionarem”, alerta o Dr. Peel.A recomendação é que os pais consultem sempre um dentista odontopediatra para acompanhar o crescimento e erupção dos dentes da criança. Dessa forma, é possível fazer um diagnosticoprecoce e correto, diminuindo ou até evitando problemas futuros.O tratamento do bruxismo é simples, dependo da causa diagnosticada. Geralmente, são feitas restaurações nos dentes, uso de aparelhos dentários relaxantes, indicação de técnicas relaxantes e remoção dos fatores de stress e cobrança. Pratica de esportes e exercícios também são uma boa forma de tratamento. Dependendo do caso, um acompanhamento psicológico pode ser necessário. Todo o tratamento deve ser feito sob a orientação e acompanhamento de um profissional da saúde especializado.
 

Primeiro banho

O primeiro banho do bebê acontece 

  já na maternidade e pode fazer parte

da rotina do bebê desde o primeiro dia que

 chega à casa.

 

 

Antigamente os bebês esperavam alguns dias para ter a experiência do primeiro banho, pois os pediatras recomendam a higiene a seco até a queda do coto umbilical. Porém, em muitas maternidades atualmente o recém-nascido entra na banheirinha logo depois do parto.“Agora o primeiro banho dado na maternidade já é com muita água morna e sabonete neutro, justamente para remover as secreções do parto, que podem ocasionar contaminação”, diz a pediatra neonatal Eliane Posnik. Este procedimento é feito geralmente na primeira hora de vida nos recém-nascidos que nascem em boas condições.Segundo a doutora Posnik, o banho seco não é mais recomendado, pois o temor de molhar o coto umbilical era para que ele secasse, caísse mais rapidamente e não houvesse contaminação. Hoje os médicos sabem que fazendo a higiene com água esterilizada, sabonete neutro antisséptico e álcool a 70%, a área gelatinosa do umbigo se mantém limpa e seca para que a queda ocorra entre 5  a 15 dias em média.Como cada pediatra segue uma linha, uns mais tradicionais, outros mais modernos, para não haver surpresas, procure conversar com seu médico sobre o assunto e definir qual procedimento será usado com o seu filho.
  

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Música para auxiliar no desenvolvimento do seu bebê.




Pesquisa canadense sugere que música reduz dores e estimula alimentação oral.Uma pesquisa canadense sugere que os hospitais que tocam música para bebês prematuros ajudam no desenvolvimento destas crianças. De acordo com o estudo da Universidade de Alberta, a música pode acalmar os bebês e os pais, além de acelerar o ganho de peso e diminuir o tempo de permanência no hospital.
A música também teria efeitos benéficos em outros aspectos fisiológicos, como o batimento cardíaco e a taxa respiratória. A equipe canadense analisou nove estudos e descobriu que a música também reduz a dor e estimula a alimentação oral.
"Existem provas preliminares que sugerem que a música pode ter efeitos benéficos em termos de parâmetros fisiológicos, estados de comportamento e redução da dor durante procedimentos médicos dolorosos", afirmaram o autor do estudo, Manoj Kumar, e sua equipe de pesquisadores. "Mas, enquanto existem provas preliminares de alguns benefícios terapêuticos da música para indicações específicas, estes benefícios precisam ser confirmados em testes de alta qualidade." 
Todas as pessoas quando ouvem um som de notas musicais, mesmo não sendo boa a música, fica com os pés querendo mexer, enquanto toca a melodia. Uma música de boa qualidade, além de ser agradável de escutar, também auxilia no desenvolvimento saudável das crianças, e traz muitos benefícios, pode ser dançando, cantando ou tocando.
Quando a mulher está no quinto mês de gravidez, os ouvidos do neném já estão desenvolvidos, há médicos que afirmam que os bebês recém-nascidos conseguem reconhecer uma música que a mamãe ouvia quando estava grávida e podem até dormir ou acordar ao ouvir esse som. Mas isso que alguns médicos dizem, ainda não é nada comprovado.
A música influência no comportamento das crianças e também envolve muitas áreas cerebrais ao mesmo tempo, e serve como um treino para o cérebro, sendo assim, ensinar música desde que as crianças são bem pequenininhas ajuda a facilitar na absorção muitas matérias escolares como matemática.
Ao ouvir um som musical o cérebro se exercita, e conforme ele é estimulado, mais desenvolve a capacidade de aprendizagem. E mesmo sem saber para fazer uma harmonia de melodia, as pessoas estão usando cálculos matemáticos. Esses são alguns dos motivos, que a educação musical agora é considerada por algumas escolas como matéria e programação, por auxiliar no desenvolvimento da fala e do aprendizado, e também é muito bom para a coordenação motora das crianças.
Através da melodia, os pequenos ficam mais próximos, convivem melhor em grupos e se comunicam com harmonia, e quando aprendem a tocar qualquer tipo de instrumento, ficam sozinhas em casa e nem se sentem solitárias ou precisando de muita atenção. Um compositor muito famoso diz que uma criança com poucos anos de vida, tem sua capacidade adormecida, e que se ela tiver bastante contato com músicas de boa qualidade, isso vai estimular sua criatividade e vai trazer para ela mais equilíbrio.
Recomenda-se  para os pais colocar os filhos em aulas de instrumentos musicais depois dos quatro aninhos de vida. Então é só selecionar as boas músicas e se divertir com seu filho e vocês vão aprendendo e fazendo músicas.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Amamentação prolongada


Deitada no colinho, olhos nos olhos, Maria Lúcia acaricia sua mãe enquanto mama em seu peito. Satisfeita, ela sorri e desce novamente ao chão para brincar. Lindo de se ver... Mas não é todo mundo que pensa assim. A pequena Malú tem 2 anos e 2 meses e o fato de ainda ser amamentada incomoda muita gente.  “Eu estava em um laboratório quando a coloquei para mamar e a senhora que estava ao meu lado disse que era um absurdo. E o que mais me chateou foi que ela falou para minha filha que aquilo era muito feio”, conta Raquel Teixeira de Lima Pedro, mãe de Malú e de Davi, que tem 7 meses e divide os seios da mãe com a irmã.

Assim como Raquel, outras mães que decidem continuar a amamentação após os dois anos de idade da criança também sofrem esse tipo de preconceito. Kalu Brum, jornalista e uma das autoras do blog Mamíferas, acredita que este tipo de opinião ganhou força com a crescente banalização do corpo feminino. “A imagem que vemos muitas vezes, da mulher como uma mercadoria, apenas para usufruto do homem, contribui para que as pessoas te olhem amamentar como se fosse algo libidinoso”, reflete Kalu, que amamentou Miguel até os 3 anos e 7 meses e teve uma de suas fotos censuradas pelo Facebook porque mostrava seu filho mamando.

Em maio, a revista Time trouxe à tona essa mesma polêmica quando publicou na capa a foto de uma mãe amamentando seu filho de 3 anos que alcançava seu seio com a ajuda de uma cadeirinha. Muitos comentários ofensivos e hostis foram feitos sobre a publicação, por considerarem a imagem com conteúdo sexual.

Essa é uma  interpretação distorcida e triste da amamentação prolongada. Tanto que, incentivar e promover a amamentação até os 2 anos ou mais é um dos objetivos da Campanha Nacional de Amamentação 2012, lançada pelo Ministério da Saúde no dia 1º de Agosto, como parte dos eventos que integram a 21ª Semana Mundial de Amamentação. Infelizmente, apesar dos esforços do Ministério da Saúde, alguns profissionais ainda desestimulam a amamentação após 1 ano de idade. “Levei a Malú com 14 meses ao pronto socorro por conta de um resfriado e o pediatra de plantão disse que o leite do meu peito não servia mais para ela, que era melhor dar outro tipo de leite”, conta Raquel, indignada. Ela considera seu leite uma  fonte importante de nutrientes para seus dois filhos.

E ela está correta.  Pesquisas mostram que o leite materno, após o primeiro ano de vida, não é apenas uma “aguinha” sem benefícios. Dados da UNICEF mostram que, no segundo ano de vida, 500ml de leite materno fornece 95% das necessidades de vitamina C, 45% das de vitamina A, 38% das de proteína e 31% do total de energia de que uma criança precisa diariamente.

Além disso, Rosane Baldissera, nutricionista e consultora em amamentação em Porto Alegre, ressalta o fato de o leite materno ser o mais adequado para os bebês e que, quanto mais tarde se introduz o leite de vaca, menor a probabilidade de as crianças apresentarem reações alérgicas.

“A amamentação deve ser exclusiva até os 6 meses de idade e mantida até os 2 anos ou mais. Não existe embasamento científico para se dizer o contrário, isso só mostra uma visão ultrapassada sobre o assunto”, afirma a pediatra Elsa Giugliani, professora titular de pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e especialista em aleitamento materno pelo IBLCE (International Board of Lactation Consultant Examiners).

Outro benefício da amamentação continuada é o fortalecimento do sistema imunológico. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, estudos mostraram que crianças não amamentadas no segundo ano de vida têm duas vezes mais chance de morrer devido a doenças infecciosas se comparadas a crianças submetidas à amamentação prolongada.

Amamentar é, principalmente, um ato de amor, um momento especial entre mãe e bebê que fortalece o vínculo entre os dois. Kalu garante que ter amamentado seu filho por mais tempo não o deixou dependente, muito pelo contrário. “Ele é seguro, decidido e aceita as pessoas com facilidade. Acredito que esse fortalecimento ocorreu porque ele esteve o tempo que quis no ninho, com a face no meio do coração da mamãe.”

Daniela de Almeida Andretto, psicóloga de São Paulo, especialista em Estudos e Intervenções com Famílias, também concorda que amamentar uma criança com motivação desenvolve uma relação de troca muito intensa, promovendo a segurança e fortalecendo o emocional desse indivíduo. “Apesar de poucos estudos mostrarem os aspectos emocionais da amamentação continuada em comparação com o desmame precoce, existem artigos que referem que crianças amamentadas têm maiores índices de inteligência e maiores chances de serem adultos mais seguros.”- complementa Daniela.

Mas, afinal, até quando amamentar? O desmame natural deve acontecer quando mãe e bebê acharem que estão prontos para ele. Enquanto a amamentação continuar a ser prazerosa para ambos, não há nada que os impeça de prosseguir. Não há uma fórmula certa, cada dupla de mãe e bebê seguirá o seu próprio caminho. Algumas mães vão conseguir praticar a amamentação continuada, outras tomarão a decisão de desmamar mais cedo mas, o mais importante disso tudo é que todas tenham condições de conhecer os benefícios de cada escolha para, então, ficarem tranquilas por terem tomado as melhores decisões para seus filhos.

Benefícios da amamentação continuada para a criança

- Diminui o risco de alergias
- Protege contra infecções respiratórias, entre outras
- Promove uma melhor nutrição
- Diminui risco de hipertensão, colesterol alto e diabetes
- Reduz chance de obesidade
- Favorece a capacidade cognitiva
- Melhora o desenvolvimento da cavidade bucal
(Fonte: Dados do Ministério da Saúde)


Fontes

Gestamater (www.gestamater.com.br)
Mamãe & Bebê (www.mamaebebeamamentacao.com

Festinha de 1 ano


Você piscou entre fraldas,cueiros,babadores e papinhas e um ano se passou sem que você notasse,chegou o grande dia seu pimpolho está completando 1 aninho e as dúvidas sobre a organização da festa são muitas.Bom segue um check list que vai te deixar mais tranquila(ou não).Brincadeira.


Quem convidar? Como os bufês cobram por pessoa, é preciso incluir a babá?
Uma criança pequena não vai desacompanhada, então o melhor a fazer é calcular pelo menos mais uma pessoa para cada convidado com menos de 7 anos. Ao convidar, a mãe do aniversariante pode perguntar quem irá acompanhar a criança. Hoje em dia muitas mães mandam a babá antes e chegam mais tarde, em geral depois do trabalho. Para Cláudia Matarazzo, o melhor é organizar uma festa menor, só para a família.
É legal convidar quem não tem filho?
Festa de criança não costuma ser o programa preferido de adultos, por isso o ideal é só convidar quem não tem filho se existir grande intimidade entre os pais e o convidado. Costuma ser o caso da madrinha e do padrinho do aniversariante ou de amigos mais próximos da família.
É preciso convidar apenas crianças pequenas?
Não, mas é fundamental levar em conta o tipo de recreação prevista para a festa, ressalta a consultora Celia Ribeiro. Crianças maiores já não ficam com a babá, mas exigem vigilância e entretenimento de acordo com a faixa etária.


Como convidar: basta um telefonema ou precisa de convite?
É sempre melhor que seja por escrito, até para que não haja enganos sobre endereço, data e horários - do início e do final da festa. Não tem de ser nada formal - basta um convite bonitinho, desses à venda em boas papelarias, ou mesmo um cartão criado no computador.
Quanto tempo antes se deve avisar sobre a festa?
Uma semana de antecedência é mais do que suficiente.
O que servir (às crianças e aos pais)?
Criança gosta de cachorro-quente, sanduíches, salgadinhos assados, pão de queijo, mini-hambúrgueres, pipoca e refrigerantes. Brigadeiro é o doce preferido, bem como balas e minichocolates. Aos adultos, podem ser servidos canapés e sanduíches mais sofisticados. Para beber, o mais comum é oferecer cerveja, mas uísque e champanhe também são boas escolhas.
Caso a criança estranhe aquele velho amigo da família, como agir?
Quando os pequenos estranham alguém, a melhor atitude é não forçar uma aproximação e explicar a situação ao adulto, que por sua vez deve entender o que se passa. Muitas crianças agem assim mesmo, e isso faz parte de seu desenvolvimento natural.
Os pais devem agradecer os presentes um por um?
Pode parecer estranho, mas em festa de criança os presentes só são abertos depois que todos se vão, o que evita tumulto entre os convidados mirins. Nos bufês, uma recepcionista anota o nome do convidado no pacote para que os pais do aniversariante possam saber quem deu o quê. Nos dias seguintes, é simpático ligar para comentar e agradecer.
Qual é o melhor horário?
O melhor horário para a festa de primeiro aniversário é às 5 da tarde. Se for sábado ou domingo, pode ser mais cedo.
É deselegante marcar hora para a festa terminar?
Não é deselegante, e sim necessário, marcar limite de horário: das 17 às 20 horas, por exemplo.
O presente deve agradar à criança (brinquedo) ou à mãe (roupa)?
Para crianças de 1 ano, tanto faz, pois elas ainda não entendem bem o que está acontecendo. Já as maiores costumam não esconder a decepção quando abrem um pacote com roupa.
Tem de dar lembrancinha?
A lembrancinha não é obrigatória, mas foi institucionalizada nos últimos anos. Os pequenos convidados sempre esperam por ela no final da festa. Pode ser desde balas, pirulitos e bombons até brinquedinhos ou material escolar, como lápis de cor, massinhas de modelar, livrinhos de colorir. O importante é usar a criatividade e evitar peças pequenas demais, perigosas para crianças menores de 3 anos.
O que fazer se o aniversariante dormir antes dos parabéns?
Talvez seja sinal de que a comemoração foi muito longa. Para evitar o constrangimento, fique de olho e antecipe a hora de apagar a velinha se vir que seu filho está se cansando, ainda que nem todos os convidados tenham chegado. Se o bebê dormiu... o jeito é esperar acordar.